Assembleia Legislativa debate violência em competições esportivas de crianças e adolescentes no Paraná

Assembleia Legislativa debate violência em competições esportivas de crianças e adolescentes no Paraná

Projeto propõe cultura de paz nas competições. Créditos: SEES/AEN
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Curitiba, PR – Casos de agressões dentro e fora de quadras e campos esportivos envolvendo crianças e adolescentes entram no centro do debate público no Paraná. Na próxima segunda-feira (27), a Assembleia Legislativa promove uma audiência para discutir medidas de enfrentamento à violência em competições infantojuvenis.

O encontro acontece às 9h, no Auditório Legislativo, e reúne representantes do poder público, entidades esportivas, Ministério Público e especialistas para discutir soluções concretas diante de um problema que tem se repetido em diferentes regiões do Estado.

A audiência ocorre em meio à tramitação do Projeto de Lei nº 990/2025, que propõe a criação de uma política estadual voltada à prevenção e ao combate à violência no esporte infantojuvenil. A proposta já avançou em comissões internas da Casa e agora busca contribuições para sua versão final.

“A ideia é envolver todos os segmentos que têm ligação com os torneios e campeonatos infantojuvenis e construir encaminhamentos que contribuam para a finalização do texto”, afirma Evandro Araújo, deputado estadual e autor do projeto.

A iniciativa pretende ir além de punições pontuais e atacar a raiz do problema, que inclui episódios de agressões verbais, físicas e até discriminação praticadas por atletas, dirigentes, torcedores e, em muitos casos, por familiares presentes nas competições.

O projeto também propõe ações educativas, com foco na promoção da cultura de paz, respeito e fair play, em um ambiente que deveria ser formativo, mas que tem reproduzido comportamentos violentos cada vez mais visíveis.

O debate revela um sintoma que ultrapassa o esporte: a naturalização da violência em espaços que deveriam ser de formação e convivência.

Quando o conflito chega às competições infantojuvenis, ele expõe falhas coletivas — da ausência de políticas públicas até a falta de preparo de adultos que deveriam mediar e educar.

A resposta, portanto, não está apenas na punição, mas na construção de uma cultura que devolva ao esporte seu papel original: formar, incluir e proteger.

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