Ciudad del Este, PY – A Prefeitura de Ciudad del Este divulgou um comunicado oficial para esclarecer um procedimento realizado por um agente da Polícia Municipal de Trânsito (PMT) nas proximidades da rotatória Monalisa, às 10h do último dia 13 de maio. A manifestação ocorreu após a circulação de informações e acusações nas redes sociais relacionadas ao atendimento prestado a um veículo com destino ao Brasil.
De acordo com a administração municipal, a atuação do agente está respaldada pela Ordenança Municipal nº 005/2026 JM, que instituiu o programa “Corredor Sanitário Transfronteiriço (Remapac-D)”. A iniciativa foi criada para garantir trânsito prioritário, rápido e seguro a pacientes que necessitam de atendimento médico urgente ou especializado na região de fronteira.
Segundo o comunicado, o agente Víctor Guzmán Arzamendia López atendeu ao pedido de prioridade feito pela condutora de uma caminhonete Chevrolet S10, placa AAID 826. Conforme relatado pela motorista, ela transportava o pai para um procedimento médico relacionado à troca de cateter.
Ainda conforme o relatório oficial, o agente solicitou a documentação necessária para comprovar a situação médica. Em seguida, a condutora apresentou carteira hospitalar e exames médicos que confirmavam que o paciente realiza tratamento em Foz do Iguaçu.
Após a verificação dos documentos e considerando o quadro de urgência, o funcionário autorizou a entrada do veículo na fila de acesso ao Brasil. Segundo a Prefeitura, a decisão foi tomada com base em critérios humanitários e em conformidade com a legislação municipal vigente.
A administração municipal informou também que o Centro de Monitoramento possui gravações que comprovam o procedimento realizado. Nas imagens, segundo a comuna, é possível observar o momento em que o agente solicita as comprovações médicas antes de liberar a passagem prioritária.
Além disso, a Prefeitura lamentou a divulgação de acusações sem fundamentos e reiterou o compromisso com pacientes oncológicos, renais, pessoas com deficiência e gestantes de risco que dependem do corredor sanitário para acessar tratamentos médicos na região de fronteira.
Por fim, a gestão municipal pediu que a população busque informações nos canais oficiais e evite compartilhar notícias falsas que possam gerar desinformação e confusão.
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