Miami, Estados Unidos – O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) iniciou a investigação sobre a queda de um avião da Amazon no Aeroporto Internacional de Miami, nos Estados Unidos, que deixou cinco mortos e cinco feridos no domingo (6). A aeronave de carga ultrapassou o final da pista durante a tentativa de pouso e bateu contra veículos que estavam em terra.
O voo 7598 vinha de San Juan, em Porto Rico, e era operado pela companhia de frete 21 Air para a Amazon Prime Air. Ao tentar aterrissar, o cargueiro perdeu o controle, saiu da pista diagonal e atingiu vários carros no solo.
A violência do impacto exigiu uma mobilização de emergência em grande escala. De acordo com o Corpo de Bombeiros de Miami, a operação reuniu mais de 200 profissionais e mais de 60 viaturas de socorro para conter os danos, resgatar sobreviventes e prestar atendimento médico aos feridos.
A aeronave envolvida era um modelo cargueiro da Boeing com longo histórico operacional: de 1994 a 2015, o avião atuou no transporte regular de passageiros por diferentes empresas aéreas antes de ser convertido para serviço de cargas.
Em nota oficial, a 21 Air lamentou as mortes provocadas pela tragédia. “Estamos profundamente abalados com o acidente envolvendo uma de nossas aeronaves em Miami hoje. Nossas mais sinceras condolências às famílias e aos entes queridos daqueles que perderam a vida”, declarou a empresa.
A porta-voz da Amazon, Kelly Nantel, afirmou que a companhia presta suporte às equipes no local. “Estamos trabalhando em estreita colaboração com as autoridades locais e os responsáveis para entender exatamente o que aconteceu. No momento, nossa prioridade absoluta é a segurança, o bem-estar e o atendimento a todos os envolvidos”, explicou.
Peritos do NTSB agora realizam perícia nos destroços e analisam dados de voo e torre de controle para determinar o que impediu a parada do avião na pista.



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