Juiz quebra sigilo telefônico de pessoas ligadas à família Bolsonaro

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PESCA - Tempos felizes com o “capitão”: hoje, o presidente o chama de “roleiro” ./Reprodução
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Em ação de busca e apreensão, Ministério Público do Rio terá acesso a mensagens de celular de ex-funcionários do gabinete do filho mais velho do presidente

O Ministério Público do Rio de Janeiro deflagrou uma operação nesta quarta-feira, 18, para realizar buscas e apreensões em endereços de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, e familiares de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro. Apesar de ocorrer um ano depois do início da investigação, a ação tem como foco identificar mensagens e registros de diálogos telefônicos dos suspeitos.

No mandado de busca e apreensão, expedido em 17 de dezembro, o juiz Flávio Itabaiana de Olveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal do Rio, autorizou o Ministério Público a ter “acesso a extração de qualquer conteúdo armazenado nos materiais apreendidos, inclusive registros de diálogos telefônicos ou telemáticos, como mensagens SMS ou de aplicativos WhatsApp”.

Com acesso a esse material, o Ministério Público poderá analisar todas as mensagens trocadas por ex-assessores de Flávio Bolsonaro nos últimos anos. A expectativa é que essas provas ajudem a elucidar as suspeitas envolvendo um esquema de “rachadinha” no gabinete do filho mais velho do presidente à época em que era deputado estadual no Rio de Janeiro. O Ministério Público desconfia que o senador recebia parte dos salários de seus ex-funcionários.

O Ministério Público do Rio de Janeiro deflagrou uma operação nesta quarta-feira, 18, para realizar buscas e apreensões em endereços de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, e familiares de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro. Apesar de ocorrer um ano depois do início da investigação, a ação tem como foco identificar mensagens e registros de diálogos telefônicos dos suspeitos.

No mandado de busca e apreensão, expedido em 17 de dezembro, o juiz Flávio Itabaiana de Olveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal do Rio, autorizou o Ministério Público a ter “acesso a extração de qualquer conteúdo armazenado nos materiais apreendidos, inclusive registros de diálogos telefônicos ou telemáticos, como mensagens SMS ou de aplicativos WhatsApp”.

Com acesso a esse material, o Ministério Público poderá analisar todas as mensagens trocadas por ex-assessores de Flávio Bolsonaro nos últimos anos. A expectativa é que essas provas ajudem a elucidar as suspeitas envolvendo um esquema de “rachadinha” no gabinete do filho mais velho do presidente à época em que era deputado estadual no Rio de Janeiro. O Ministério Público desconfia que o senador recebia parte dos salários de seus ex-funcionários.


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