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Para-atletas de 51 cidades disputam o ParaJaps em Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu se torna, a partir desta sexta-feira (16), o palco da fase decisiva dos Jogos Paradesportivos do Paraná (ParaJaps), reunindo mais de mil para-atletas de todo o estado. A cidade já havia sediado a primeira etapa da competição entre os dias 24 e 28 de abril. Agora, a disputa se concentra nas modalidades de atletismo (para atletas com deficiência física, intelectual, visual, Síndrome de Down e transtorno do espectro autista), bocha (deficiência física), handebol em cadeira de rodas e para deficientes intelectuais, natação (para todas as deficiências), canoagem (deficiência física e intelectual) e taekwondo (deficiência física e intelectual).

Nesta etapa final, 51 cidades paranaenses estarão representadas nas competições. Curitiba conta com a maior delegação, com 132 atletas, seguida por Cascavel, com 106, e Londrina, com 59. A cidade anfitriã, Foz do Iguaçu, terá uma delegação de 57 atletas competindo.

“A iniciativa faz parte da estratégia estadual de valorização do paradesporto, iniciada em 2019. Assumimos o compromisso de que o Paraná seria referência no Brasil no paradesporto e isso está se concretizando”, afirmou o secretário estadual do Esporte, Hélio Wirbiski. Os Jogos Paradesportivos integram o calendário de 11 jogos oficiais promovidos anualmente pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Esporte.

A organização central do evento está localizada no Rafain Palace, e todos os atletas e dirigentes participantes estão hospedados em hotéis na cidade de Foz do Iguaçu.

Locais de Competição:

  • Atletismo: Pista do Complexo Costa Cavalcanti
  • Bocha: Ginásio do SESC – a partir de sexta-feira
  • Handebol: Ginásio Costa Cavalcanti
  • Natação: Piscina do Complexo Costa Cavalcanti – sábado e domingo
  • Canoagem: Canal de Itaipu
  • Taekwondo: Ginásio Ouro Verde – apenas no domingo

Amilton Farias

Amilton Farias é jornalista, fundador e editor do portal Fronteira Livre. Com vivência em diferentes países da América Latina e atuação voltada ao jornalismo territorial, dedica sua escrita à análise política, social e cultural das fronteiras, dos territórios e das realidades que marcam a vida dos povos latino-americanos.

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