Autoridades de Gaza denunciam ataques israelenses contra policiais e civis durante trégua

Autoridades de Gaza denunciam ataques israelenses contra policiais e civis durante trégua

Gaza segue sob tensão mesmo após acordo de cessar-fogo. Foto: Reprodução.
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Ramala (Palestina) — Autoridades da Faixa de Gaza e organizações políticas palestinas denunciaram novos ataques israelenses contra policiais e civis no território, mesmo após a entrada em vigor do cessar-fogo firmado em outubro do ano passado. As ações, segundo os relatos, atingiram áreas urbanas e resultaram em mortes de agentes de segurança e moradores.

Em comunicado, o Ministério do Interior e Segurança Nacional de Gaza condenou os bombardeios e incursões militares que, de acordo com o órgão, têm atingido diretamente forças policiais em serviço e a população civil. Um dos episódios citados ocorreu no bairro Sheikh Radwan, na cidade de Gaza, onde uma operação militar resultou na morte de agentes. Outro ataque atingiu um veículo policial na região de Khan Yunis, no sul do território.

Segundo o ministério, ao menos 31 integrantes das forças de segurança foram mortos desde o início da trégua, em 10 de outubro. O governo local afirma que os ataques violam normas internacionais que protegem estruturas civis e órgãos administrativos, como a polícia.

Israel, por sua vez, considera os policiais alvos legítimos sob o argumento de que estariam vinculados à estrutura de segurança do grupo Hamas, que controla Gaza — interpretação rejeitada pelas autoridades palestinas.

Em nota conjunta, facções políticas palestinas classificaram as operações como uma continuidade da ofensiva militar no território e acusaram Israel de ampliar ataques mesmo diante de acordos de cessar-fogo. As organizações afirmam que bombardeios contra postos policiais e civis desarmados configuram crimes de guerra.

O Hamas também criticou a escalada de violência e apontou falhas da comunidade internacional e dos mediadores em conter as ações militares israelenses. Em posicionamento divulgado, o grupo acusou Israel de manter uma campanha violenta no território, sem considerar os impactos humanitários.

A situação ocorre em meio a um cenário de tensão persistente na região, mesmo após tentativas de mediação internacional para reduzir os confrontos.

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