Foz do Iguaçu, PR – Uma ação integrada entre a Polícia Federal e a Polícia Militar apreendeu uma carreta carregada com cerca de 700 galões de azeite de origem argentina introduzidos irregularmente no Brasil. A operação ocorreu na noite de quinta-feira (21), no bairro Portal da Foz, em Foz do Iguaçu.
A apreensão foi realizada por volta das 23h, após as forças de segurança receberem uma denúncia sobre uma movimentação suspeita de pessoas realizando o carregamento de uma carreta na região. Em seguida, as equipes se deslocaram até o endereço informado e confirmaram a presença da carga de origem estrangeira.
Segundo a Polícia Federal, além da carreta e da mercadoria apreendida, duas pessoas foram encaminhadas à Receita Federal juntamente com todo o material recolhido para os procedimentos legais cabíveis.
As autoridades informaram ainda que os responsáveis poderão responder administrativa e criminalmente pela importação irregular da mercadoria. Além disso, a prática representa risco à segurança alimentar da população brasileira, uma vez que os produtos introduzidos clandestinamente no país não passam por controle sanitário nem fiscalização adequada.
O caso segue sob apuração das autoridades competentes.
Operação ocorreu após denúncia anônima
De acordo com as informações repassadas pelas forças de segurança, a denúncia indicava intensa movimentação de pessoas em um imóvel localizado no bairro Portal da Foz. Por isso, equipes da Polícia Federal e da Polícia Militar realizaram diligências no local e identificaram a carreta carregada com os galões de azeite contrabandeado.
A carga, de origem argentina, foi apreendida e encaminhada à Receita Federal, responsável pelos procedimentos administrativos relacionados à mercadoria irregular.
Importação irregular pode gerar sanções criminais
Conforme a legislação brasileira, a entrada irregular de produtos estrangeiros no país pode configurar crimes relacionados ao contrabando e descaminho. Além das penalidades criminais, os envolvidos também podem responder administrativamente pela prática.
As forças de segurança destacaram ainda que produtos alimentícios sem fiscalização sanitária representam riscos à saúde pública, principalmente devido à ausência de controle de origem, armazenamento e transporte.















