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Bailarinas do Foz Fazendo Arte ganham competição internacional no Paraguai

Foz do Iguaçu, PR – As alunas de balé da Estação Cultural da Vila C, integrantes do programa Foz Fazendo Arte, conquistaram lugar de destaque no Proyectarte 2025, concurso latino-americano de dança realizado no Centro Cultural Mangoré, em Ciudad del Este, no Paraguai. Sob a orientação da professora Ana Gomes, o grupo apresentou cinco coreografias – e todas foram premiadas.

O evento reuniu mais de 300 apresentações de diferentes regiões. Mesmo diante de forte concorrência, as bailarinas de Foz do Iguaçu se destacaram pela técnica, dedicação e paixão pela dança. O grupo trouxe para casa os seguintes resultados:

  • 1º lugar – Estilo Livre.
  • 1º lugar – Clássico Livre.
  • 1º lugar – Clássico de Repertório (Fada Prata).
  •  2º lugar – Clássico de Repertório (Paquita).
  • 2º lugar – Clássico de Repertório (Baile Graduado).

A professora Ana Gomes, que também se apresentou como bailarina, celebrou a conquista: “Foi uma experiência única. Ver nossas meninas brilhando em um palco internacional é a prova de que a dedicação, a disciplina e a paixão pela dança transformam vidas. Só tenho a agradecer a cada uma delas por acreditarem nesse sonho.”

Para o diretor-presidente da Fundação Cultural, Dalmont Benites, o resultado reforça a importância do programa: “O Foz Fazendo Arte é um investimento na formação humana e cultural. Cada prêmio alcançado pelas nossas crianças e jovens mostra o quanto a arte, nesse caso a dança, transforma vidas e amplia horizontes.”

O desempenho das alunas evidencia o papel essencial do programa, uma iniciativa da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, que oferece gratuitamente formação artística para crianças, adolescentes e adultos em toda a cidade. O projeto não apenas revela talentos, mas também cria novas oportunidades por meio da arte.

Steve Rodríguez

*Steve Rodríguez é repórter do Fronteira Livre, pesquisador e doutorando pela UNILA com formação interdisciplinar em narrativa audiovisual, estudos culturais latino-americanos e práticas pedagógicas anticoloniais. Sua trajetória combina criação artística (teatro, cinema e cultura visual) com reflexão teórica, orientada pela perspectiva dos estudos visuais de Nicholas Mirzoeff.

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