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ONU Mulheres se pronuncia contra a violência de gênero e o racismo sofrido por Kenia Maria, e Gabriela Dias

São inaceitáveis os ataques dirigidos à Kenia Maria e Gabriela Dias, os quais evidenciam, às vésperas do Dia Internacional das Mulheres, os tipos de violência sexista e racista a que as afro-brasileiras estão expostas.

O racismo e o machismo são veementemente repudiados pela ONU Mulheres, sendo alvo do trabalho cotidiano da organização para transformações estruturais voltadas à eliminação de tais práticas.

Como defensora da ONU Mulheres Brasil, Kenia Maria atua sistematicamente para a conscientização pública sobre a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres. Durante o carnaval 2018, Kenia apoiou campanhas contra o assédio. A defensora exerce o seu voluntariado com afinco para a sensibilização da sociedade brasileira contra o racismo e a violação de direitos das mulheres negras em favor do alcance das demandas da Marcha das Mulheres Negras e em diálogo com ativistas integradas ao Comitê Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030, parceiro da ONU Mulheres. Ademais, é uma das voluntárias da campanha Vidas Negras da ONU pelo fim da violência contra a juventude negra.

No Mês das Mulheres, conclamamos a sociedade brasileira, empresas e instituições públicas para tolerância zero à violência contra as mulheres, especialmente as mulheres negras pela vulnerabilidade de violências racistas e sexistas.

Tags: Geral

Amilton Farias

Amilton Farias é jornalista, fundador e editor do portal Fronteira Livre. Com vivência em diferentes países da América Latina e atuação voltada ao jornalismo territorial, dedica sua escrita à análise política, social e cultural das fronteiras, dos territórios e das realidades que marcam a vida dos povos latino-americanos.

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