Foz do Iguaçu, PR – O Parque das Aves preparou uma programação temática de Halloween para o dia 31 de outubro. Durante todo o sábado, os viveiros do atrativo receberão ações especiais de enriquecimento ambiental inspiradas na data festiva, utilizando elementos como abóboras, objetos decorativos e alimentos oferecidos de forma diferente da rotina para estimular o comportamento natural dos animais sob cuidados humanos. As atividades poderão ser acompanhadas de perto pelos visitantes que passarem pelo local.
A iniciativa une o apelo lúdico da celebração ao rigor técnico do manejo diário. Segundo a gerente de Bem-estar Animal do Parque das Aves, Giulia Jacomo, o objetivo principal é promover estímulos que desafiem os animais a explorar o ambiente e buscar alimentos. “O Halloween é uma oportunidade de apresentar aos visitantes, de uma forma diferente, um trabalho que faz parte da nossa rotina durante todo o ano. Cada enriquecimento ambiental é pensado para estimular comportamentos naturais, como explorar o ambiente e buscar alimento, sempre considerando as necessidades de cada espécie e indivíduo. Os elementos temáticos tornam a atividade visualmente interessante para o público, mas o principal objetivo continua sendo proporcionar experiências positivas e contribuir para o bem-estar dos animais”, afirmou.
Os enriquecimentos aplicados envolvem avaliações criteriosas das equipes responsáveis para garantir que os estímulos físicos, sensoriais e cognitivos sejam perfeitamente adaptados às características de cada espécie. Embora o apelo visual das abóboras recheadas chame a atenção do público, a prática serve para assegurar qualidade de vida e escolhas ativas aos moradores dos viveiros.
Além da vivência presencial, o Parque das Aves vai estender a programação para suas redes sociais. Os canais digitais do atrativo exibirão os bastidores da montagem dos itens e as reações dos animais aos estímulos oferecidos. O público também poderá acompanhar uma transmissão ao vivo com detalhes sobre o trabalho desenvolvido pela equipe técnica, permitindo que pessoas de fora da cidade conheçam as práticas de conservação adotadas pela instituição privada, que há mais de 30 anos atua no acolhimento de animais resgatados da Mata Atlântica e se consolidou como o atrativo mais visitado do Paraná após as Cataratas.



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