Pandemia e o Perigo dos Cemitérios

Pandemia e o Perigo dos Cemitérios

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
WhatsApp
Telegram
Facebook
Email
LinkedIn

Por Stallone Ribeiro

Necrochorume traz doenças e contamina águas

Em média de 30 dias após uma alta de enterros, bactérias Putrescina e Cadaverina, naturais do necrochorume podem se multiplicar de modo acelerado, contaminar águas em média de 400m a jusante (a baixo da vertente) principalmente poços e rios próximos e trazer picos de doenças como hepatite A, tuberculoses, febre tifoide, escarlatinas e outras.

No Paraná e em várias cidades do Brasil, áreas urbanas e residenciais vizinhas aos cemitérios são focos de risco. Precisam de monitoramento inclusive nas águas de Rios da região que recebem lençol freático com infiltrações diretas dos cemitérios e áreas como condomínios que extraem águas subterrâneas de poços a jusante dos cemitérios merecem atenção ainda maior, pois sua captação pode ser contaminada.

Maior pico de óbitos de brasileiros e paranaenses foi neste período 2021 com destaque ao mês de Março, assim, em Abril o risco de contágios por derivados do necrochorume é maior e pode arrastar em até 3 anos o perigo.

____________________________________________

As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor (a) e não refletem necessariamente a política editorial do Fronteira Livre

 


3 Views
Tags: Geral

Notícias relacionadas

Siga-nos

Sumário

Últimas Notícias

Rolê na Fronteira

Turismo

Câmbio Fronteira

Dólar (USD) Carregando...
Peso Argentino Carregando...
Guarani (PYG) Carregando...
Atualização --

Inscreva-se em nossa NEWSLETTER