Fundado em 2009, em Foz do Iguaçu (PR), o Fronteira Livre nasceu da compreensão de que a Tríplice Fronteira não pode ser explicada apenas por estatísticas, mapas ou discursos produzidos à distância. Localizada no encontro entre Brasil, Paraguai e Argentina, Foz do Iguaçu está no centro de uma das regiões mais diversas da América Latina, reunindo representantes de cerca de 95 nacionalidades e 29 etnias. É um território marcado pela circulação diária de pessoas, culturas, idiomas e experiências que desafiam interpretações simplificadas.
Desde sua criação, o Fronteira Livre dedica-se à produção de jornalismo independente comprometido com a realidade da fronteira e com o interesse público. Nossa missão é informar com profundidade, contexto e responsabilidade, contribuindo para a compreensão dos fenômenos sociais, econômicos, culturais, ambientais e políticos que impactam a vida da população.
A fronteira é o nosso ponto de partida, mas não o nosso limite. Acompanhamos temas como política, economia, integração regional, turismo, educação, saúde, cultura, direitos humanos, meio ambiente e desenvolvimento urbano, sempre conectando a realidade local aos processos nacionais e internacionais que influenciam a região.
Também valorizamos histórias que permanecem muitas vezes fora dos grandes centros de comunicação, reconhecendo a importância das comunidades, dos trabalhadores, dos movimentos sociais, dos pesquisadores, dos artistas e das organizações que ajudam a construir a identidade deste território.
Nossa independência editorial é um compromisso permanente. Não confundimos publicidade com conteúdo jornalístico e seguimos os princípios do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. A credibilidade construída ao longo dos anos está associada ao rigor na apuração dos fatos, ao respeito à diversidade de opiniões e à responsabilidade pública que orienta nosso trabalho.
O Fronteira Livre é associado à ADIPR — Associação dos Diários do Interior do Paraná, que integra a ADI Brasil, rede nacional voltada ao fortalecimento do jornalismo regional.
Em um território historicamente marcado pelo encontro entre povos, culturas e nações, acreditamos que o jornalismo deve informar, contextualizar, fiscalizar o poder público, preservar a memória coletiva e contribuir para o debate público. É com esse compromisso que seguimos produzindo jornalismo na fronteira, a partir da fronteira e para além dela.