Empreendedorismo feminino ocupa a Assembleia legislativa com feira artesanal

Empreendedorismo feminino ocupa a Assembleia legislativa com feira artesanal

Feira serve como vitrine estratégica para fortalecer a autonomia econômica de mulheres. Fotos: Orlando Kissner
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CURITIBA | PR – O corredor do espaço cultural da Assembleia legislativa do Paraná (Alep) transformou-se, nesta terça-feira (24), em uma vitrine para o talento e a autonomia de dezenas de mulheres. A feira do grupo “Mulheres que somam” marca uma programação que segue até quinta-feira (26), oferecendo ao público desde gastronomia artesanal até itens personalizados, produzidos por empreendedoras locais.

A iniciativa conta com o apoio do deputado Tercilio Turini, que destacou o papel do legislativo em impulsionar a economia real. “Transformamos a Assembleia em uma vitrine, aproveitando o grande fluxo de visitantes que circulam diariamente pelo parlamento. É uma forma concreta de incentivar a autonomia econômica feminina”, afirmou o parlamentar, sinalizando que a parceria deve se tornar frequente.

Da pandemia ao fortalecimento coletivo

O grupo “Mulheres que somam” carrega uma trajetória de crescimento acelerado. Segundo a presidente da entidade, Cida Leit, o coletivo nasceu durante a pandemia com apenas 17 participantes que buscavam complementar a renda familiar em um momento de crise. Hoje, a rede já ultrapassa a marca de 700 empreendedoras conectadas.

O evento na Alep revela histórias de reinvenção, como a de Almaísa Lame. Após a aposentadoria e mudanças motivadas por questões de saúde, ela se especializou na produção de geleias artesanais sem açúcar. Seu catálogo inclui desde sabores tradicionais até combinações exóticas, como morango com vinho branco e a linha agridoce de bacon e cebola caramelizada, tudo livre de conservantes e lactose.

Propósito e afeto no negócio

Para outras participantes, a feira representa a transição de carreira em busca de um propósito pessoal. Marcele Sugizawa, que atuou por anos na área financeira de uma multinacional, decidiu dedicar-se integralmente à confeitaria ao lado do esposo no fim do ano passado.

Para Marcele, a visibilidade no parlamento é estratégica para a expansão da marca, mas o objetivo principal é o impacto emocional. “O propósito é fazer as pessoas felizes por meio do doce. Um gesto simples que torna o dia mais leve”, explica a empreendedora.

A feira permanece aberta à visitação pública durante o horário de funcionamento da Assembleia legislativa, consolidando o espaço cultural como um ponto de encontro entre a produção artesanal paranaense e a comunidade.

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