G7 Paraná atua para evitar fim de incentivos fiscais em abril

G7 Paraná atua para evitar fim de incentivos fiscais em abril

Reunião na sede da FAEP define estratégias para manter incentivos fiscais aos setores produtivos paranaenses. William GoldBach / Sistema FAEP
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CURITIBA | PR – O G7 Paraná iniciou uma força-tarefa em conjunto com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefa) para garantir a continuidade de 94 benefícios fiscais de ICMS que expiram no próximo dia 30 de abril. A medida é vital para a competitividade de setores como agropecuária, indústria, transporte, comércio e saúde. Em reunião realizada nesta segunda-feira (16), na sede do Sistema FAEP, o grupo alinhou o levantamento de dados exigido pelas novas normas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Novas exigências e monitoramento de resultados

Diferente de renovações anteriores, as mudanças implementadas no final de 2025 exigem que as entidades comprovem o impacto positivo da renúncia fiscal para a sociedade paranaense. O objetivo do G7 é consolidar indicadores econômicos, sociais e ambientais que permitam à Sefa encaminhar a renovação dos convênios por mais cinco anos.

“Cada entidade do G7 Paraná vai realizar o levantamento do setor para encaminhar as informações à Sefa. Afinal, a renovação destes convênios é fundamental para os setores produtivos e para a sociedade paranaense, pois contribui diretamente para reduzir os custos de produção e gerar emprego e renda”, destacou o coordenador do G7 Paraná e presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.

O secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, reforçou que a participação das federações é indispensável para a criação de um painel de transparência que justifique os incentivos perante os órgãos de controle.

“Em dezembro de 2025 ocorreram mudanças na forma de renovação. Agora é preciso explicar de que forma essa renúncia contribui para a sociedade paranaense. Por isso, é fundamental a participação das entidades do G7 Paraná para mostrarmos os impactos positivos e criar um painel que mostre os indicadores”, afirmou Norberto Ortigara.

Cobrança sobre o fornecimento de energia elétrica

Outro ponto crítico da pauta envolveu as recorrentes falhas no fornecimento de energia elétrica prestado pela Copel. Relatos de oscilações de tensão e demora no restabelecimento do serviço têm causado prejuízos financeiros severos tanto no meio rural quanto em polos industriais.

Em resposta à pressão do G7, a Copel apresentou um plano de 10 itens prioritários. Entre as ações previstas para iniciar em abril, destacam-se a criação de um centro de operações exclusivo para o agronegócio, o mapeamento das unidades consumidoras da cadeia produtiva e a ampliação do quadro de eletricistas.

“A falta de energia afeta os setores produtivos e a sociedade. Vamos acompanhar a implantação destas medidas, na expectativa de que a situação em relação ao fornecimento de energia elétrica normalize por todo o Paraná, evitando novos dissabores, principalmente no meio rural”, pontuou Meneguette.

Sobre o G7 Paraná

O fórum de articulação reúne as sete principais federações e associações representativas do estado: FAEP, Fecomércio PR, Fiep, Fecoopar, Faciap, Fetranspar e ACP. O grupo atua diretamente na defesa de interesses econômicos e na formulação de políticas públicas que impactam a competitividade do Paraná.


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