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Estarfi terá notificações apenas por canais digitais em Foz

A partir de 1º de agosto, avisos não serão mais impressos e deixados nos veículos; consulta poderá ser feita por aplicativo, WhatsApp, site e QR Code

Foz do Iguaçu, PR – As notificações de irregularidades do Estacionamento Rotativo de Foz do Iguaçu (Estarfi) passarão a ser disponibilizadas exclusivamente por meios digitais a partir de 1º de agosto. A medida tem como objetivo modernizar o sistema e ampliar a praticidade no acesso às informações pelos usuários.

Com a mudança, os avisos de irregularidade deixarão de ser impressos e colocados nos veículos estacionados nas vagas da área regulamentada. A consulta deverá ser realizada pelos canais oficiais do Estarfi, permitindo que motoristas acompanhem a situação de forma rápida e segura.

Caso o usuário utilize uma vaga do Estarfi sem realizar a ativação do estacionamento, a verificação de eventual irregularidade poderá ser feita pelo aplicativo Estarfi, pelo WhatsApp oficial, no número (81) 4003-1476, pela consulta da placa no site oficial do sistema ou por meio do QR Code disponível nas placas de sinalização do estacionamento rotativo.

O Instituto de Transportes e Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans) orienta motoristas e proprietários de veículos a manterem seus dados atualizados e acompanharem regularmente o aplicativo do Estarfi para verificar possíveis notificações e evitar transtornos.

O atendimento do Foztrans ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (45) 99997-3130.

Os créditos do Estarfi seguem com os seguintes valores:

• 30 minutos: R$ 1,50
• 60 minutos: R$ 3,00
• 90 minutos: R$ 4,50
• 120 minutos: R$ 6,00

O valor para regularização de irregularidades é de R$ 20.

O período máximo de estacionamento contínuo permitido em uma mesma vaga é de duas horas.

Steve Rodríguez

*Steve Rodríguez é repórter do Fronteira Livre, pesquisador e doutorando pela UNILA com formação interdisciplinar em narrativa audiovisual, estudos culturais latino-americanos e práticas pedagógicas anticoloniais. Sua trajetória combina criação artística (teatro, cinema e cultura visual) com reflexão teórica, orientada pela perspectiva dos estudos visuais de Nicholas Mirzoeff.

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