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Home Sociedade

O país dos acordões políticos e da desigualdade social chamado Brasil

Por Redação
26/01/2024 - 07:22
em Sociedade
Foto: Hermes Rivera/Unsplash

Foto: Hermes Rivera/Unsplash

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Por Amilton Farias – Opinião

Durante anos temos visto um grande avanço de instabilidade no Brasil, percebemos que o Brasil está distante de ser sustentável, tivemos momentos, onde se imaginava que o país se tornaria sustentável.

Na época da Ditadura além do abuso de poder e tortura praticada pelos militares, a nação vivia em um verdadeiro caos social e econômico. A retirada do transporte ferroviário foi sendo abandonado em prol do rodoviário. A devastação da Amazônia, com slogan falacioso do General Castelo Branco que dizia, que era preciso “integrar para não entregar” a Amazônia, a partir dai, o falso discurso do desenvolvimento, trouxe diversos problemas para a região e muitos dos que se opuseram morreram, ribeirinhos, índígenas e quilombolas foram duramente reprimidos tanto ou mais que os moradores das grandes cidades”.

Os militares diziam que a Amazônia era “terra sem homens”, e deveria ser ocupada, as usinas hidrelétricas de Tucuruí e Balbina e Itaipu no Paraná geraram fortes impactos ambientais e sociais, e até hoje não houve a compensação aos milhares de moradores que saíram para dar lugar às usinas, aqui no Paraná os indígenas Guaranis perderam tudosem contar a vasta destruição da flora  e fauna.  

A luta pela terra foi sangrenta. “Os Panarás, conhecidos como índios gigantes, perderam dois terços de sua população com a construção da BR-163 que liga Cuiabá a Santarém (PA). Dois mil Waimiri-Atroaris do Amazonas foram assassinados e desaparecidos pelo regime militar para construção das obras da BR-174. Nove aldeias desse povo desapareceram e há relatos de que pelo menos uma das aldeias foi bombardeada com gás letal por soldados do exército”, Isso é só alguns dos desastres sociais, políticos e econômicos, e as profundas cicatrizes deixadas pela ditadura no Brasil.

Com as Diretas Já, um dos movimentos de maior participação popular da história do Brasil conseguimos derrubar os militares e com isso todos imaginávamos que iríamos ter um período de estabilidade socioeconômico, porém o Brasil foi entregue nas mãos de caciques políticos que embora chamaram novas eleições e em seguida promulgaram a Constituinte estes se apoderaram da nação. 

Os caciques do PMDB Sarney, Renan, Antônio Carlos Magalhães, Jader Barbalhos e aliados, seguem até os dias de hoje no poder instabilizando a nação através de políticas com interesse pessoal e de poder, sem deixar de lado Michel Temer e Eduardo Cunha que embora envolvidos em graves esquema de corrupção seguem com total influência na política naacional.

Na era FHC e na implementação do real todo o povo brasileiro acreditou que o Brasil se tornaria uma nação mais sustentável, porém  a alta da inflação, o grande aumento do desemprego, a venda de estatais e toda corrupção nos governos de São Paulo com o propinoduto, o de Minas Gerais com o Mensalão Mineiro, a compra de votos para reeleição do Fernando Henrique Cardoso, somando todo o caos na previdência, o massacre dos professores com o Álvaro Dias/PSDB no Paraná, provaram o quanto instável e inseguro foi essa época. 

Sem esquecer que o PSDB são expertos em massacrar professores, anos depois, em 2015, houve mais um episódio com o Beto Richa/PSDB em Curitiba, um dos maiores masacres contra a educação pública, mais de 200 professores ficaram feridos.

Quando Lula assumiu a presidência e com as ações e projetos sociais, vimos um grande avanço social, onde o sonho de uma nação sustentável começou a florir como esperança na mente dos brasileiros, porém mais uma vez a venda do pais em retalhos para seguir no poder fez estancar os avanços.

A era Dilma, para vencer a eleição fez acordos com aqueles que durante anos criaram leis e tomaram atitudes em benefícios ao grande empresariado e banqueiros ligados ao agronegócio, dominado pela ministra Kátia Abreu também conhecida como a “Rainha da motosserra” e seu bando,  Michel Temer, um dos políticos mais corruptos de São Paulo como seu vice.

Nesse momento o país vive a maior instabilidade econômica, política e social de todos os tempos por causa dos escândalos de corrupção do governo, da sua base e também da oposição que embora não tenham condições ética e moral desejam voltar ao poder a qualquer custo.

Seguimos vivendo uma grande instabilidade política, econômica e social, e nos perguntamos qual é a forma de transformar isso de fato e de verdade? Qual a forma de sair desse efeito sanfona do vai e vem? A verdade é que só existe uma forma de barrar o desmantelamento e o entreguismo da nação, que é através da mobilização social, a união dos trabalhadores, o fortalecimento dos sindicatos e dos movimentos sociais, a construção do pensamento e a consciência de classe, criara a condição de pressionar o governo para as mundanças, acabando com as desigualdades, melhorando o serviço público e impedir o avanço do neoliberalismo no país.

A nível nacional, estadual e municipal já não nos sentimos representados, os que estão hoje, já não nos representam, os trabalhadores e o cidadão comum não são vistas, os que estão no poder só veem aqueles que podem trazer benefícios a si, e a sua próxima eleição ou reeleição.

Se fizer uma análise a nível nacional, estadual e municipal, existe uma polarização de dois grupos que sempre se revezam no poder, na verdade o pais sempre esteve nas mãos dos mesmos políticos e grupos econômicos poderosos, grupos esses que mantêm os mesmos políticos no poder em troca de vantagens em contratos e licitações.

Está na hora de parar e pensar qual é a forma que faria do Brasil uma nação sustentável?

Só exsite uma forma, construir um novo modelo político de governabilidade, onde o povo seja o protagonista da mudança. Sabemos que são as pessoas comuns que sofrem na pele o descaso e a instabilidade do pais, e ninguém melhor que esse povo que sente na pele a dor do abandono, a fome, a desigualdade e a falta de políticas públicas que gerem instabilidade social, opinar, e juntos construirem a solução para as inúmeras mazelas.

Enquanto não houver uma revolução cidadã, enquanto as trabalhadoras e trabalhadores nesse pais não se unirem, e começarem a tomar os espaço públicos e de decisões, seremos dominados pelos mesmos, e seguiremos sofrendo essa instabilidade que temos vivido desde a fundação da república.

___

*Amilton Farias é jornalista do Portal Fronteira Livre

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As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade do autor (a) e não refletem necessariamente a política editorial do Fronteira Livre

Tags: acordobrasildesigualdadeinjustiçapolítcasociedade
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