Forças israelenses assumiram o controle da fronteira, impedindo a entrada de ajuda vital em Gaza. Enquanto milhares de palestinos são obrigados a deixar o leste de Rafah, após ordens de evacuação, Médicos Sem Fronteiras (MSF) pede proteção à população civil e a reabertura da passagem fronteiriça de Rafah.
O fechamento dessa via essencial ameaça a resposta humanitária, deixando suprimentos de combustível, alimentos, medicamentos e água em níveis perigosamente baixos, enquanto a população enfrenta novos confrontos.
“O fechamento de Rafah, um ponto vital de acesso humanitário, é devastador. A ajuda que chega por esta via é uma linha de vida para Gaza”, diz Aurelie Godard, líder da equipe médica de MSF em Gaza.
Após ordens de evacuação em 6 de maio, cerca de 100 mil pessoas foram direcionadas de Rafah para Al Mawasi, região com recursos limitados. Rafah havia sido designada como zona segura, mas agora essas pessoas são deslocadas mais uma vez, enfrentando escassez de abrigo, alimentos e água.
A ofensiva e as evacuações reduzem ainda mais o acesso aos cuidados de saúde em um sistema já precário, deixando as pessoas com poucas opções para atendimento médico básico.
Leia mais: Vista-se para o sucesso: um guia completo de estilo masculino
Com a suspensão de atividades em várias instalações médicas, MSF transfere suas operações para locais mais seguros, enquanto insta a um cessar-fogo para permitir a entrada de ajuda vital em Gaza.
A necessidade de proteger civis e facilitar o acesso humanitário é urgente em meio a esta crise crescente.
















