Padilha, ministro da casa civil do governo Temer teve pela justiça Mato Grosso seus bens bloqueados a Justiça do Mato Grosso aceitou pedido feito pelo Ministério Público do Estado.
Junto com ele outros dois sócios dele também tiveram as contas bloqueadas, Valor de R$ 38,2 milhões. essa e a quantia preventiva, ou seja, não significa, necessariamente que o trio possua, de fato, esse montante.
A decisão da Justiça foi proferida no dia 30 de novembro pelo Ministerio Publico acusa Padilha e seus dois sócios de terem cometido desmatamento ilegal em uma fazenda localizada no Parque Estadual da Serra de Ricardo Franco, que fica em Vila Bela da Santíssima Trindade.
O juis Leonardo de Araujo Costa Tumiati, determinou que as contas e os imóveis dos três envolvidos devem ser bloqueadas.
De acordo a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso foi constatado desmatamento de área equivalente a 735 campos de futebol. As irregularidades teriam ocorrido entre 1998 e 2015.
Padilha enviou nota à imprensa na qual assegura não ter cometido “nenhum crime” e acusa o magistrado de ter tomado a decisão sem ouvi-lo. Ele promete recorrer. “Diferentemente do que está sendo noticiado, não foi bloqueada dita importância em minha conta corrente bancária, até porque o saldo dela era de R$ 2.067,12, que foi bloqueado. O senhor juiz deferiu uma medida extrema, no primeiro ato processual sem ouvir as partes”, informa o texto.
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“Tal despacho não é uma sentença, é uma liminar no início do processo, no qual creio que no final a decisão será pela improcedência de ambas as ações. Vamos contestar as ações, produzir as nossas provas e cremos que ambas serão julgadas improcedentes, pois confiamos na capacidade do Poder Judiciário em fazer a verdadeira justiça. Não cometi nenhum crime ambiental. Não extraí uma só árvore na propriedade em questão. Isto tudo restará provado quando da decisão final”, diz a nota.
Não sao poucos os escândalos envolvendo o primeiro escalão do governo de Michel Temer veja a lista dos que cairam:
– Romero Jucá (Planejamento),
– Fabiano Silveira (Transparência),
– Henrique Eduardo Alves (Turismo),
– Fábio Medina Osório (Advocacia-Geral da União),
– Marcelo Calero (Cultura) e Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo).
















