A troca é gratuita para beneficiários de programas sociais do Governo Federal
O trabalho é conduzido pela Siga Antenado, porém, quem tem direito à troca precisa estar atento à forma mais adequada de descarte da antena antiga.
Bem maiores que os novos modelos, as parabólicas tradicionais – aquelas com formato de guarda-chuva invertido – são feitas de aço e alumínio, materiais que podem levar até 200 anos para se decompor. Elas não podem ser descartadas de forma indevida, como em terrenos baldios ou canais de água, poluindo o meio ambiente. Dependendo da legislação municipal, a atitude pode configurar infração ao Código de Posturas do município, sujeita à aplicação de multas.
Mas, então, o que fazer com essas antenas, que podem chegar a medir mais de dois metros de diâmetro? Confira abaixo cinco dicas sobre como descartá-las ou reaproveitá-las:
- Pontos de coleta: Muitas prefeituras contam com serviço de descarte de itens de grande volume, como móveis, eletrodomésticos e entulhos em geral. Curitiba, por exemplo, tem 12 ecopontos espalhados pela cidade, nos quais a população também pode depositar as antigas antenas parabólicas. Os endereços desses pontos de coleta são:
- Ecoponto Jandaia: R. Jorn. José Pedro Dos Santos – Pedrinho, 100
- Ecoponto Vila Nova: R. Ten. Cel. Vilagran Cabrita, 2.495
- Ecoponto Érico Veríssimo: R. Cap. Amin Mosse, 557
- Ecoponto Guaçuí: R. Guaçuí, 5.085
- Ecoponto Vila Verde: R. Lydio Paulo Bettega, 200
- Ecoponto CIC: R. Orestes Thá, 1.765
- Ecoponto Caiuá: Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira, 6.800
- Ecoponto Cajuru: R. Neusa Vieira Bet, 255
- Ecoponto Campo do Santana: R. Teresa de Freitas Tavares, 331
- Ecoponto Osternack: R. Rad. Souza Moreno, 52
- Ecoponto Uberaba: R. Olindo Caetani, 1.330
- Ecoponto Parque Gomm: R. Hermes Fontes, 204
- Disque-entulho: Outra opção, geralmente disponibilizada por empresas de coleta de lixo dos municípios, é o chamado disque-entulho, que vai até a casa do morador, mediante agendamento, para fazer a coleta do item a ser descartado. Em Curitiba, o serviço disponibilizado pela prefeitura pode ser solicitado por qualquer cidadão pela Central Telefônica 156.
- Ferros-velhos ou associações de reciclagem: Os ferros-velhos são pontos comerciais que compram sucatas, em geral feitas de metais. Há também associações ou cooperativas de catadores que compram materiais recicláveis diversos. A aquisição pelo local geralmente é feita por peso. Se exigir um peso mínimo para a compra que fique abaixo do peso da antena, avalie a possibilidade de se juntar a vizinhos, amigos e familiares que também tenham feito a troca da antena para uma venda coletiva.
- Venda por aplicativos de itens usados: Se a sua cidade não contar com nenhum dos locais citados anteriormente, outra opção é buscar por aplicativos ou sites de venda de usados, como OLX e Enjoei. Profissionais autônomos que trabalham com reciclagem presentes nesses canais podem se interessar pelo seu equipamento antigo.
- Reciclagem “faça você mesmo”: Nas redes sociais, não faltam perfis ou canais que trazem ideias de reciclagem para os mais diversos tipos de entulho. Que tal aproveitar esse universo de ideias para reutilizar a sua antena? Ela pode ser reformada e convertida em objetos úteis tanto para a área externa quanto interna da sua casa!
Atuação
No final de março, a Siga Antenado iniciou o agendamento e a instalação dos kits gratuitos com a nova parabólica digital em mais 664 cidades. Esse processo consiste na transferência do sinal da parabólica da banda C para a banda Ku, em função do início da operação de liberação do sinal 5G no Brasil.
Como a nova tecnologia funcionará na frequência que atualmente é ocupada pela parabólica convencional, quem não substituir o equipamento antigo terá interferência na transmissão televisiva. Por isso, é muito importante que os beneficiários de programas sociais que tenham parabólica entrem em contato com a entidade, para pedir a substituição.
Para verificar se a sua cidade está com a operação ativa e se você tem direito à troca gratuita da parabólica, basta acessar o site sigaantenado.com.br ou ligar para 0800 729 2404.
















