A vacina contra a COVID-19, principal bloqueio para a disseminação do novo coronavírus, foi recusada por 300 policiais militares de Minas Gerais. A categoria, que teve mais de 160 mortes pela doença respiratória, foi priorizada na campanha de vacinação.
Vacina, sim
Falta campanha
O especialista defende que as autoridades e as celebridades façam campanha para a vacinação, porque, de uma forma ou de outra, o discurso desses personagens tem eco na comunidade e muitas pessoas acabam seguindo seus posicionamentos.

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Policiais mais expostos
Com relação aos policiais militares, o médico ressalta a necessidade de imunização dos profissionais devido à alta exposição exigida pelo serviço operacional.
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“Tive a oportunidade de acompanhar um pouco essa discussão dos militares. Questionando quando que seriam prioridade, porque são de fato muito expostos, estão na linha de frente, no convívio com as pessoas, podem ter necessidade de prestar assistência, ou seja, precisavam ser priorizados. E quando você prioriza, vê esse tipo de situação”, comenta.
‘Número insignificante’
Direitos em risco
“A pessoa se responsabiliza por não tomar a vacina. Por exemplo, nós temos uma questão muito própria, quem está trabalhando na rua, se ela for contaminada e vier a falecer, estando em atividade, trabalhando, vai ter seus benefícios respeitados para o resto da vida. Já tenho dúvidas se a pessoa que se recusou, se contrair a doença em serviço, se vai ter os mesmos direitos assegurados, porque o Estado proporcionou (a vacina)”, comenta.
















