A proposta apresentada por representante do poder público gerou dúvidas aos ambientalistas.
Em entrevista, representantes da secretaria de turismo apresentou como modelo a ser seguido o projeto do Marco das 3 Fronteiras.
Ambientalistas se reuniram na última terça feira (22) para debaterem sobre a preservação do Bosque Guarani, situada no centro da Cidade, com 4,5 hectares. O Bosque Guarani é uma das poucas áreas remanescentes da Mata Atlântica em espaço urbano no Estado do Paraná.
Desde 1996 na sua criação o espaço vem sendo ocupado por moradores, turistas e trabalhadores da região que usam o espaço para descansar durante horário de almoço.
Na reunião, ambientalistas reunidos no CDHMFI – Centro de Direitos Humanos e Memória de Foz do Iguaçu, decidiram pedir com urgência o tombamento da área, considerando a sua importância como Patrimônio Natural de Foz do Iguaçu.
Além do tombamento da área, várias outras ações foram discutidas na reunião, todas elas para a defesa de cerca de mil árvores nativas, quatro lagos, e duas nascentes que fazem parte do Bosque Guarani. Os ambientalistas pediram uma audiência na Câmara de Vereadores para analisarem todos os projetos.
A preocupação é que o poder público municipal confirme a entrevista da rádio e queira seguir o modelo do Marco das 3 Fronteiras em todos os parques do município, conforme afirmou o representante do município, o projeto do Marco das 3 Fronteiras foi bastante criticado pelos ambientalistas desde a sua origem.
Ofício solicitando o Tombamento da Área, considerando sua importância como Patrimônio Natural de Foz do Iguaçu, foi entregue hoje.
















