Isenção de imposto e auxílio de R$ 3.000: como foi o lockdown na China

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Imagine sair às ruas sem a obrigação de usar máscaras. O comércio já está reaberto e os shows reúnem uma multidão. Esse parece ser um futuro distante do Brasil, mas já é uma realidade da China no presente.

A coluna de hoje conversou com Fabio Serrano, um empreendedor brasileiro que mora na China há dois anos. Ele vivenciou de lá toda a pandemia e conta no vídeo abaixo como foi o lockdown adotado em Shenzhen. A vida já voltou a uma certa normalidade, sobretudo, pela seriedade com que a população e autoridades encararam o problema.

As pessoas respeitaram o uso de máscaras e distanciamento. O governo, por outro lado, deu um auxílio de um salário mínimo, o equivalente a R$ 3.000, a cidadãos chineses, além de apoios aos empresários, caso de Serrano.

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No caso chinês, também houve apoio a empreendedores com redução do imposto sobre o lucro (de 20% para 1%), isenção de impostos em alguns casos e outras medias, conforme conta Serrano. O brasileiro conta que o apoio foi fundamenta para garantir a sobrevivência da população e das empresas. A consultoria KPMG reuniu todas as medidas econômicas chinesas neste relatório

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