Substituição das antenas parabólicas para a liberação da tecnologia 5G no Brasil já está presente em 1.610 cidades brasileiras

Foto: Hans Takiwātanga/Pexels

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A troca é gratuita para beneficiários de programas sociais do Governo Federal 

O trabalho é conduzido pela Siga Antenado, porém, quem tem direito à troca precisa estar atento à forma mais adequada de descarte da antena antiga.

Bem maiores que os novos modelos, as parabólicas tradicionais – aquelas com formato de guarda-chuva invertido – são feitas de aço e alumínio, materiais que podem levar até 200 anos para se decompor. Elas não podem ser descartadas de forma indevida, como em terrenos baldios ou canais de água, poluindo o meio ambiente. Dependendo da legislação municipal, a atitude pode configurar infração ao Código de Posturas do município, sujeita à aplicação de multas.

Mas, então, o que fazer com essas antenas, que podem chegar a medir mais de dois metros de diâmetro? Confira abaixo cinco dicas sobre como descartá-las ou reaproveitá-las:

Atuação 

No final de março, a Siga Antenado iniciou o agendamento e a instalação dos kits gratuitos com a nova parabólica digital em mais 664 cidades. Esse processo consiste na transferência do sinal da parabólica da banda C para a banda Ku, em função do início da operação de liberação do sinal 5G no Brasil.

Como a nova tecnologia funcionará na frequência que atualmente é ocupada pela parabólica convencional, quem não substituir o equipamento antigo terá interferência na transmissão televisiva. Por isso, é muito importante que os beneficiários de programas sociais que tenham parabólica entrem em contato com a entidade, para pedir a substituição.

Para verificar se a sua cidade está com a operação ativa e se você tem direito à troca gratuita da parabólica, basta acessar o site sigaantenado.com.br ou ligar para 0800 729 2404.

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