{"id":10550,"date":"2024-02-11T14:20:06","date_gmt":"2024-02-11T17:20:06","guid":{"rendered":"https:\/\/fronteiralivre.com.br\/sem-categoria\/as-origens-de-garrincha"},"modified":"2024-02-11T14:20:06","modified_gmt":"2024-02-11T17:20:06","slug":"as-origens-de-garrincha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fronteiralivre.com.br\/es\/as-origens-de-garrincha\/","title":{"rendered":"As origens de Garrincha"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\">Se Garrincha era ligeiro e cheio de habilidade, \u00e9 porque tinha no sangue ser como flecha. Al\u00e7ado a g\u00eanio pelo futebol, teve de se equivaler aos \u00edndios Fulni-\u00f4 em gra\u00e7a e paix\u00e3o, porque dali tinha sa\u00eddo sua fam\u00edlia. Longe do Rio de Janeiro, onde nascera Man\u00e9, a tribo resiste e preserva sua identidade: fala-se a l\u00edngua yath\u00ea e mant\u00e9m-se, mesmo que de forma sigilosa, o ritual do Ouricuri. E se ama o futebol.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A primeira vez em que as ra\u00edzes de Garrincha se tornaram p\u00fablicas foi no livro &#8220;A estrela solit\u00e1ria&#8221; (Companhia das Letras), do jornalista Ruy Castro. A tribo, que existia nas regi\u00f5es do Agreste e do Sert\u00e3o de Pernambuco e de Alagoas, deu origem aos pais de Garrincha, em meio a persegui\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, desemprego e \u00eaxodo para outras regi\u00f5es do Nordeste.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em Alagoas, n\u00e3o h\u00e1 mais hist\u00f3ria para ser contada. Do munic\u00edpio de Quebrangulo, cidadezinha do interior onde viveu o pai de Garrincha, Amaro Francisco dos Santos, os fulni-\u00f4s j\u00e1 sa\u00edram. Da fam\u00edlia, n\u00e3o h\u00e1 recorda\u00e7\u00f5es, como se n\u00e3o existissem, revela o jornalista M\u00e1rio Lima, respons\u00e1vel por expandir a hist\u00f3ria da fam\u00edlia de Garrincha em Alagoas no livro &#8220;A Flecha Fulni-\u00f4 de Alagoas&#8221; (Imprensa Oficial Graciliano Ramos).<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\"><cite>Garrincha poderia ser mais um daqueles anjinhos da morte sertanejos, naqueles rituais de caix\u00e3ozinhos de cor branca, cen\u00e1rio at\u00e9 pouco tempo visto nos lugarejos pobres do Nordeste&#8221;.<\/cite><br \/><strong>M\u00e1rio Lima, em uma das reportagens que deram origem ao livro<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.fronteiralivre.com.br\/envios\/2024\/02\/11\/7fcc3a23847fc992dd6fcc84e3a31aeb.jpg\" alt=\"\" width=\"822\" height=\"1096\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Isso n\u00e3o aconteceu porque o pai de Garrincha, Amaro, deixou Quebrangulo aos 26 anos e migrou para o Sul. Precisava fugir da pobreza e da fome. Foi o mesmo caminho que muitos ind\u00edgenas e nordestinos fizeram na mesma \u00e9poca. Assim, o menino das pernas tortas nasceu no Rio de Janeiro para entrar na hist\u00f3ria do futebol brasileiro. O final todo mundo j\u00e1 conhece: duas Copas do Mundo, tr\u00eas campeonatos cariocas e v\u00e1rios torneios internacionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.fronteiralivre.com.br\/envios\/2024\/02\/11\/25ec0811b3254e1a6c1493830f1efc01.jpg\" alt=\"\" width=\"822\" height=\"429\"><\/p>\n<header>\n<h3><strong>Os \u00edndios ainda sofrem<\/strong><\/h3>\n<\/header>\n<div class=\"special-text\">\n<p style=\"text-align: left;\">As dificuldades come\u00e7aram quando as terras do Brasil foram divididas a partir das capitanias heredit\u00e1rias, que serviram como um mecanismo de dispers\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es nativas. A comunidade cresceu. A produ\u00e7\u00e3o financeira, esperado por associa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o. Nas aldeias ind\u00edgenas, faltou um com\u00e9rcio local produtivo para que o avan\u00e7o fosse completo, de acordo com o ex-secret\u00e1rio municipal de assuntos ind\u00edgenas da cidade de \u00c1guas Belas-PE, Paulo Pontes L\u00facio.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Hoje, os fulni-\u00f4 n\u00e3o conseguem viver apenas de ro\u00e7a, pesca e ca\u00e7a. \u00c9 necess\u00e1rio que saiam da aldeia para trabalhar na cidade. Essa cidade \u00e9 \u00c1guas Belas, localizada na parte central da reserva ind\u00edgena em que vivem. Os trabalhos costumam ser prec\u00e1rios, apesar de muitos ind\u00edgenas conclu\u00edrem a gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8220;O com\u00e9rcio funciona de domingo a domingo em uma cidade com mais de 50 mil habitantes, mas n\u00e3o tem dez ind\u00edgenas com v\u00ednculo empregat\u00edcio em empresas privadas ou com a prefeitura hoje. Eles se vinculam em \u00f3rg\u00e3os estaduais ligados aos pr\u00f3prios \u00edndios, como Educa\u00e7\u00e3o, Funai e Sa\u00fade Ind\u00edgena (Sesai). A principal renda \u00e9 aposentadoria e agricultura familiar&#8221;, conta.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Paulo, que tamb\u00e9m \u00e9 ind\u00edgena, revela que a tribo \u00e9 a \u00fanica nordestina que mant\u00e9m o idioma nativo. O portugu\u00eas tamb\u00e9m \u00e9 ensinado na aldeia, assim como o yaathe. A l\u00edngua resiste ao passar do tempo e utiliza t\u00e9cnicas usadas desde os tempos anteriores ao Brasil col\u00f4nia para sobreviver. Os saberes s\u00e3o passados atrav\u00e9s da oralidade.&#8221;Ningu\u00e9m l\u00e1 deixou um documento dizendo o que fazer. Os anci\u00e3os passam para os mais novos e assim sucessivamente&#8221;, explica. Al\u00e9m da l\u00edngua, conservam-se estudos antigos, etnia e cultura.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No entanto, a felicidade nem sempre acompanha os fulni-\u00f4. Seus c\u00e2nticos remetem ao que lhes \u00e9 sagrado e, para eles, a m\u00e3e-terra \u00e9 uma dessas energias sagradas. A demarca\u00e7\u00e3o de terra, por sua vez, j\u00e1 prejudicou e ainda prejudica muito esse povo que foi perseguido por coron\u00e9is e, agora, pelo preconceito.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A situa\u00e7\u00e3o piorou ap\u00f3s as novas pol\u00edticas p\u00fablicas destinadas aos povos ind\u00edgenas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Durante suas lives ou discursos, Bolsonaro ficou conhecido ao ecoar a ideia de assimila\u00e7\u00e3o, ou &#8220;civiliza\u00e7\u00e3o&#8221; de ind\u00edgenas, segundo a qual esses povos tendem a perder a sua identidade e integrar-se \u00e0 popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o-ind\u00edgena.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Paulo explica que, h\u00e1 algum tempo, a comunidade frequentava mais rituais Ouricuri, que acontecem nas \u00faltimas semanas do m\u00eas de agosto e servem, entre outras coisas, para eleger suas autoridades \u2014 ou seja o Paj\u00e9, o Cacique e a Lideran\u00e7a. O ritual acontece durante tr\u00eas meses do ano e os \u00edndios ficam confinados na mata, sem contato com n\u00e3o-\u00edndios.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Todos os fulni-\u00f4 t\u00eam como norma a proibi\u00e7\u00e3o de falar sobre o evento. Todos que infringiram a norma tiveram morte estranha. Mas, para chegar a este local do ritual, os \u00edndios faziam v\u00e1rios pequenos Ouricuri antes do principal.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8220;Os coron\u00e9is come\u00e7aram a perseguir, queimaram as casas e acabaram os rituais. Da\u00ed foi ficando complicado a sobreviv\u00eancia e muitos n\u00e3o voltavam. \u00c9 o caso da fam\u00edlia de Garrincha&#8221;, lamenta Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.fronteiralivre.com.br\/envios\/2024\/02\/11\/71fd7806fa28e108e298890833238ad5.jpg\" alt=\"\" width=\"822\" height=\"462\"><\/p>\n<header>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><strong>Economia e pol\u00edtica ind\u00edgena andam lado a lado<\/strong><\/h3>\n<\/header>\n<div class=\"special-text\">\n<p style=\"text-align: left;\">A aldeia tem porte de uma pequena cidade de interior, onde \u00e9 poss\u00edvel encontrar \u00e1gua pot\u00e1vel e casas de tijolo. Nos anos 90, a cidade de \u00c1guas Belas foi considerada a maior produtora de leite e feij\u00e3o de Pernambuco. O t\u00edtulo era fruto do trabalho dos \u00edndios, segundo o ex-secret\u00e1rio de assuntos ind\u00edgenas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Antes dos anos 90, mais de 9 mil hectares eram plantados por \u00edndios. Depois, o n\u00famero parou de crescer e a tribo entrou em crise. Foram-se os coron\u00e9is, ficaram as persegui\u00e7\u00f5es &#8220;camufladas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Apesar da quantidade populacional estar estagnada, dois vereadores ind\u00edgenas representam a tribo. As lutas para manter a organiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o grandes. E n\u00e3o apenas contra o preconceito. Epidemias, como a que enfrentamos agora com o coronav\u00edrus, s\u00e3o amea\u00e7as constantes. Em 1856, por exemplo, um surto de c\u00f3lera dizimou a aldeia. Restavam apenas 382 pessoas quando a doen\u00e7a foi controlada. Os dados mais antigos sobre a popula\u00e7\u00e3o fulni-\u00f4 remontam a 1749, catalogados no registro da &#8220;Informa\u00e7\u00e3o Geral da Capitania de Pernambuco&#8221;. Atualmente, a popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena chega a pouco mais de 4.300, e a maioria \u00e9 de meia idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Mesmo que a hist\u00f3ria de Garrincha ecoe menos pelos nativos, o seu legado se mant\u00e9m. A regi\u00e3o possui dois campos de futebol que s\u00e3o revezados entre quatro times da pr\u00f3pria tribo, al\u00e9m de duas escolas de futebol para crian\u00e7as de 6 at\u00e9 15 anos. Os times se chamam Guarani, Juventude, Palmeiras e Fulni-\u00f4. Eles n\u00e3o disputam competi\u00e7\u00f5es oficiais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.fronteiralivre.com.br\/envios\/2024\/02\/11\/b1af45f3adae051768367bd50a114db1.jpg\" alt=\"\" width=\"822\" height=\"462\"><\/p>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><strong><span style=\"text-align: left;\">Visita \u00e0 tribo em 2013 transforma reportagem em pesquisa<\/span><\/strong><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">O alagoano M\u00e1rio Lima sempre foi um apaixonado pelo Botafogo e por Garrincha. Aos 62, quando questionado sobre qual dos dois o fizera gostar do futebol, n\u00e3o soube responder. Como jornalista, quis contar a hist\u00f3ria de Garrincha em Alagoas desde que leu &#8220;A Estrela Solit\u00e1ria&#8221;, de Ruy Castro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">&#8220;Tinha uma bandeira de Alagoas no come\u00e7o do livro e eu logo bati o olho. Man\u00e9 me deixava curioso porque era g\u00eanio, meio maluco, bem diferente do Pel\u00e9. Ent\u00e3o, comecei a pesquisar essa hist\u00f3ria dele aqui no estado mais a fundo&#8221;, conta M\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">Por meio de pesquisas, o jornalista conseguiu localizar a tribo em \u00c1guas Belas-PE e descobriu que n\u00e3o havia mais \u00edndios em Alagoas. Em 2013, teve de viajar \u00e0 cidade pernambucana para conhecer as origens de Garrincha e l\u00e1 conversou com o cacique Jo\u00e3o Francisco dos Santos, que compartilha o mesmo sobrenome do pai e do av\u00f4 do g\u00eanio do futebol.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">&#8220;Antes do livro do Ruy Castro, essa origem do Garrincha era desconhecida. Na tribo, todo mundo se orgulhava. Um fulni-\u00f4 campe\u00e3o do mundo, imagina. Consegui conversar com muita gente, assisti aos jogos de futebol, e lan\u00e7ar esse livro foi um grande orgulho para mim&#8221;, revela.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">O livro foi lan\u00e7ado em 2014, no meio da Copa do Mundo disputada no Brasil, expandido ap\u00f3s uma s\u00e9rie de reportagens publicadas no jornal Gazeta de Alagoas. Al\u00e9m disso, M\u00e1rio tamb\u00e9m escreveu um ensaio sobre a hist\u00f3ria e a transformou em tese em sua p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">Nos anos 70, lembra o autor, Garrincha voltou a Alagoas. Consagrado mundialmente, jogou duas partidas: uma pelo CSA, de Macei\u00f3, e outra pelo ASA, de Arapiraca. Veio a convite de Dida, companheiro no mundial de 58 e segundo maior artilheiro do Flamengo. Nas duas partidas, foi vencedor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">Eteth&#8217;djo\u00e1s\u00ea akeasto\u00e1 tha sakfal&#8217;se etxel&#8217;kha \u00fc\u00fcnim\u00e3<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong style=\"text-align: left;\">(Assim, o que ele fez, at\u00e9 hoje \u00e9 lembrado, no idioma dos fulni-\u00f4s)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">Escola, cinema e rituais, tribo mant\u00e9m l\u00edngua ind\u00edgena viva<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-align: left;\">Na escola estadual Marechal Rondon, em \u00c1guas Belas, no sert\u00e3o de Pernambuco, alunos do s\u00e9timo ano prestam aten\u00e7\u00e3o na fala do professor Taity Correia. Para quem \u00e9 de fora da aldeia dos Fulni-\u00f4, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples entender o que ele explica. A aula \u00e9 de Yaathe \u2014 ou iat\u00ea, em &#8220;portugu\u00eas moderno&#8221;\u2014, \u00fanica l\u00edngua ind\u00edgena ainda viva no Nordeste brasileiro. Para a Funai (Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio), a defini\u00e7\u00e3o de \u00fanica l\u00edngua da regi\u00e3o n\u00e3o considera as l\u00ednguas dos povos do Maranh\u00e3o, devido \u00e0 inclus\u00e3o do estado no territ\u00f3rio compreendido pela Amaz\u00f4nia Legal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong><span style=\"text-align: left;\">Por Bruno Fernandes e Josu\u00e9 Seixas<\/span><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que aconteceu com a tribo ind\u00edgena de onde saiu a fam\u00edlia do craque das pernas tortas<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":10551,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_sub_headline":"","videourl":"","footnotes":""},"categories":[39],"tags":[424],"class_list":["post-10550","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sociedade","tag-garrincha"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>As origens de Garrincha | Fronteira Livre<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/fronteiralivre.com.br\/es\/as-origens-de-garrincha\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"As origens de Garrincha | Fronteira Livre\" 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