*Editorial Fronteira Livre Comer cérebro de macaco, morcegos, baratas, ratos ou diferentes tipos de insetos não é, em muitas partes do mundo, sinal de miséria — é cultura, território, memória. São práticas alimentares construídas ao longo de gerações, atravessadas por clima, geografia, tradição e identidade. O que, para alguns, soa exótico, para outros é cotidiano. … Continue lendo O osso, a lhama e o burro
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